segunda-feira, 1 de abril de 2019

Quero lhe contar como [EU] Vivi.

Na noite de sábado para domingo eu sonhei que transávamos. Não foi uma ou duas vezes, foram inúmeras! Nós nos tornamos parceiros de transa, algo parecido com um namoro. Nós transamos infinitas vezes e era muito bom transar com você. Parecia tão real que cheguei a cogitar a hipótese de que estava acordad@. É estranho como a longa dramaturgia do sonho coube no pequeno espaço de tempo das horas pouco dormidas dos últimos tempos. A gente sabia transar. Porque não transamos pura simplesmente, era meio uma dança cósmica de encaixe e desencaixe, de contrair e relaxar, de cala e me beija. E foi pelo contato que se deu a canção e aprendemos a brincar de deus@s astronaut@s. A nave mãe me levou pra outra dimensão. Desconectei-me de você e talvez de todo resto. Quando acordei ainda zonz@ a realidade já tava caótica exigindo meu corpo presente pra poder continuar nessa ficção de vida. Só lembrei de escrever agora.  Como Jung interpretaria esse sonho?

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Era uma galinha,
                 mas não qualquer galinha, era uma galinha RUIVA.
                             [ Com crista descolada e jeitão de quem comeu gostou.]
Os cabelos cairam, mas a foto de perfil ficou a mesma. 
                                          Ruiva, galinha, Pó com pós ou prós?
            Quantos contra? EU.

domingo, 19 de novembro de 2017

Vamos recomeçar! Exercício I- Brainstorm

Ele já existia. Ele sempre esteve aqui. Aquele diário que eu não deveria ter rasgado era a prova do meu crime quase perfeito. Eu te inventei amor!Eu criei você. Eu desejei, eu imaginei. eu quis, eu sonhei, eu clamei, não eu não clamei, eu fiquei a beira da loucura, esperando você voltar. E você não veio. Eu comecei falando sobre o desejo daquela escorpiana transvestida de Sagitário, a piada que eu te conto vai te matar de maneira mais cruel do que o veneno que ... (continuo?

Opção 1- Você leio até aqui... deixe seu comentário

                                          Opção 2-  Queime seu histórico depois de ler.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Ainda é Cedo amor

[ Eu comecei assim de súbito, eu gosto de fazer uma drama logo de cara! E cara, eu preciso dizer que eu te amo!Eu não sei se você irá ler isso, mas a verdade é que eu estou apaixonada por você.]
 Eu disse pra ele que havia escrito uma carta e que um dia talvez ela chegaria até ele, sou dessas que gosta dos pequenos rituais. Uma deusa, uma louca, uma feiticeira. Essa sou eu. Acho que eu estou antecipando as coisas,tudo começou naqueles cinco ou seis segundos que nós reconhecemos como desses segundos que vão ficar guardados para sempre. Eu lembro exatamente da primeira vez em que meu olhar cruzou com o dele. Tudo em volta está deserto tudo certo como 2 e 2 é aquela música do Roberto Carlos, mas que eu gosto de ouvir na voz da Gal Costa. No fim era o principio, os fins nunca justificaram os meios e você não estava afim porque tinha medo. Medo?Medo. E agora, José? Easy é a chave!
"Retire para fora o seu coração
Para tornar a ficar sozinho
Fácil"

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Poema involuntário [para se guardar no fundo da gaveta]

Talvez foi por saber que não era certo,
incorretamente correto eu deixei
o joelho titubear.
E dilacerado por total disritmia,
meu coração, ai que agonia,
não pode o verso completar.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Da série ficções possíveis.

Ela entra pela porta com uma segurança que não lhe pertence. Sara não é segura, Sara tem medo de tudo. De tudo? De tudo. Sara fugia do amor como quem foge de uma doença incurável, mas qual é mesma a diferença?  Até que um dia Sara percebeu que o amor lhe tornava capaz de voar! Desde então, seus pés nunca mais tocaram o chão! Quando os olhos de Sara avistaram Alberto pela primeira vez seus joelhos não enfraqueceram, seu coração não disparou e sua vagina não ficou molhada... O amor de Sara por Alberto foi uma construção diária, um exercício de apaixonar-se. Mas Alberto preferiu deixar a porta do seu coração fechada. E Sara batia nessa porta como uma louca: “Me deixa entrar, Alberto, me deixa entrar!”. Sara acostumou-se com aquela porta na sua cara. Até que um dia a porta destrancou e Sara invadiu o coração de Alberto.
Ao adentrar o coração Sara constatou que ali havia muita coisa guardada. Haviam coisas sem importância, coisas para serem armazenadas em caixas, coisas para esconder no fundo falso da gaveta, coisas para serem esquecidas, para serem queimadas ou para serem lançadas ao vento, coisas para devolver, coisas para mudar de lugar. E no meio a tantas coisas Sara se sentia sufocada. “Me deixa sair Alberto, me deixa sair”, Sara gritava. O coração de Alberto era acumulador, sofria da doença de não esquecer de tudo nunca. De tudo? De tudo. E Sara se tornou doença incurável no coração de Alberto, se acostumou com sua condição de doença e hoje vive sentada do banco ao lado entre as coisas a serem esquecidas e as para se esconder no fundo falso da gaveta.

sábado, 25 de janeiro de 2014

A[d/m]or!

E lá se vai 
meu coração  
com pressa pra curar essa dorzinha chata,
que machuca e maltrata!
E foi preciso enfrentar a dor. 
É preciso sempre! 
O coração regressa!
É regressa sempre,
quase que instintivamente.
Ele sempre encontra o caminho de volta
até mim.
E eu assim quieta, 
apenas observando ele regressar.
Me mordo, me domo, 
me entendo indivíduo só! 
A solidão às vezes é melhor companhia.
Sozinho que a gente vem pra o mundo, 
sozinho que a gente vai embora dele 
e é sozinho que sofremos pelos amores 
[se é se que se pode chamar de amores aqueles que te fazem sofrer!]