segunda-feira, 1 de abril de 2019

Quero lhe contar como [EU] Vivi.

Na noite de sábado para domingo eu sonhei que transávamos. Não foi uma ou duas vezes, foram inúmeras! Nós nos tornamos parceiros de transa, algo parecido com um namoro. Nós transamos infinitas vezes e era muito bom transar com você. Parecia tão real que cheguei a cogitar a hipótese de que estava acordad@. É estranho como a longa dramaturgia do sonho coube no pequeno espaço de tempo das horas pouco dormidas dos últimos tempos. A gente sabia transar. Porque não transamos pura simplesmente, era meio uma dança cósmica de encaixe e desencaixe, de contrair e relaxar, de cala e me beija. E foi pelo contato que se deu a canção e aprendemos a brincar de deus@s astronaut@s. A nave mãe me levou pra outra dimensão. Desconectei-me de você e talvez de todo resto. Quando acordei ainda zonz@ a realidade já tava caótica exigindo meu corpo presente pra poder continuar nessa ficção de vida. Só lembrei de escrever agora.  Como Jung interpretaria esse sonho?

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